quinta-feira, 12 de maio de 2016

Comunicado conjunto da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses e da Embaixada da Ordem Soberana Militar de Malta em Portugal

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Reproduzimos e reforçamos aqui o Comunicado supra para esclarecer a comunidade em geral, de forma a evitar equívocos, aproveitamentos indevidos e/ou prejuizos provocados por terceiros (pessoas singulares ou colectivas), que para o efeito, de forma deliberada, dolosa ou negligente, se servem do bom nome, história e tradição da Ordem Soberana Militar de Malta e das entidades que legitimamente a representam em Portugal, como únicas herdeiras das tradições históricas, culturais e religiosas da também denominada Ordem Soberana Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta.
Acresce, pois, esclarecer que a Ordem Soberana Militar de Malta, reconhecida pela Santa Sé, tem como representação oficial em Portugal, uma associação com Estatuto de Utilidade Pública e de Instituição Particular de Solidariedade Social, denominada Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana Militar de Malta, com sede na cidade de Lisboa, cujo presidente do Conselho Directivo é S.E. o Sr. Dr. D. Augusto de Albuquerque de Athayde (GCHDOb); e representação diplomática ao nível de Embaixada, denominada Embaixada da Ordem Soberana Militar de Malta em Portugal, com Chancelaria na cidade de Lisboa, cujo Embaixador é S.E. o Sr. Dr. Miguel de Polignac de Barros (GCHD).
A Assembleia dos Cavaleiros Portugueses possui ainda um braço operacional e de voluntariado denominado CVOM - Corpo de Voluntários da Ordem de Malta, com sede na cidade do Porto, cujo Coordenador Nacional é o Exmo. Sr. Eng. José Manuel Correia Alves (CGM).
Periférica e conexa à Assembleia dos Cavaleiros Portugueses está ainda a Fundação Frei Manuel Pinto da Fonseca, Instituição Particular de Solidariedade Social, com sede na cidade de Vila Nova de Gaia, cujo presidente da Direcção é o Exmo. Sr. Dr. Adalberto Manuel Neiva de Oliveira (GCGM).

É de uso exclusivo das supra referidas entidades a seguinte simbologia heráldica e vexilológica:

Brasão e Bandeira de Estado        *       Brasão e Bandeira Operacionais
São prerrogativas exclusivas da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses, dependentes de aprovação pelo Soberano Conselho da Ordem, admitir e promover membros com a atribuição do grau estatutáriamente correspondente; bem como a atribuição da condecorativa Ordem Pro Mérito Melitense.
É ainda da exclusiva competência da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses indicar os Embaixadores Extraordinários e Plenipotenciários para os países lusófonos, nomeadamente, Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Cabo Verde, onde actualmente se encontra efectivada e credenciada a respectiva representação diplomática.

Por fim, apenas salientar alguns aspectos da nota expedida pela Secretaria de Estado do Vaticano, em 17 de Outubro de 2012:
"A Secretaria de Estado, em resposta aos frequentes pedidos de informação sobre a posição da Santa Sé ante as Ordens Equestres dedicadas a santos ou auto-intituladas sacras, considera oportuno reiterar o que já foi publicado anteriormente:
Além das suas próprias ordens equestres (Ordem Suprema de Cristo, Ordem da Espora de Ouro, Ordem de Pio IX, Ordem de São Gregório Magno e Ordem de São Silvestre Papa), a Santa Sé reconhece e tutela apenas a Ordem Soberana Militar de Malta, também denominada Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta, e a Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém. Não há qualquer agregação a esta listagem.
Todas as demais ordens, instituídas recentemente ou derivadas de ordens medievais, não são reconhecidas pela Santa Sé, não podendo esta, portanto, garantir a sua legitimidade histórica e jurídica, nem a sua finalidade, nem os seus sistemas de organização.
Para evitar possíveis mal-entendidos, relacionados inclusivé com a emissão ilícita de documentos e com o uso indevido de lugares santos, bem como para impedir a continuação de abusos que possam resultar em dano contra muitas pessoas de boa fé, a Santa Sé confirma que não atribui nenhum valor a diplomas de cavaleiros nem às relativas insígnias emitidas por associações não reconhecidas, e confirma ainda que não considera apropriado utilizar as igrejas e capelas para as chamadas "cerimónias de investidura".

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

São Brás

Pintura alusiva a São Brás
Igreja de São Martinho de Mouros, Resende
No dia em que a Igreja assinala o Dia do mártir, e bispo católico São Brás (c.264-c.316), partilhamos a pintura mural do século XV que representa este Santo, que se encontra escondida atrás de um dos retábulos colaterais da Igreja de São Martinho de Mouros, em Resende.
São Brás nasceu por volta do ano 264 na cidade de Sebaste, na Arménia, e faleceu em 316, degolado pelos romanos. É dito padroeiro das doenças da garganta, por ter retirado com a mão um espinho da garganta de uma criança. in Rota do Românico.
São Brás é um dos patronos da Igreja de São Brás e Santa Luzia, na cidade de Lisboa, cabeça da antiquíssima comenda de São Brás do termo de Lisboa e actual sede da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta, onde, de resto, figura uma belíssima imagem do Santo, especialmente estimada pelos Membros e Cavaleiros da Ordem de Malta.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Apresentação do livro 'Rossas e a Ordem de Malta', de António Brandão de Pinho

No passado dia 6 de Dezembro, na Igreja Paroquial de Rossas, antiga comenda da Ordem de Malta, teve lugar a apresentação do último trabalho de António Brandão de Pinho, natural daquela freguesia e presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação de Defesa do Património Arouquense, que editou o livro e esteve representada pelo Secretário da Direcção, Senhor Eng.º Alberto Carreira Brandão de Vasconcelos.
A Sessão de Apresentação foi presidida por S.E. o Senhor Embaixador da Ordem de Malta em Portugal, Dr. Miguel de Polignac de Barros, que, entre outras considerações, contou a história da sua iniciativa e convite ao Dr. António Brandão de Pinho para ingressar na Ordem de Malta.
Correspondendo ao convite que lhe dirigiu o confrade e autor, S.E. o Senhor Conde de Albuquerque, Presidente do Conselho da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta, dignou-se apresentar o livro, o que fez de forma exaustiva e muito elogiosa.
Dignaram-se ainda assistir a esta apresentação o Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Arouca, Prof. Doutor Elísio Brandão, e a Excelentíssima Senhora Vereadora da Cultura, Desporto e Turismo, também em representação do Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara, Dra. Margarida Belém, que ofertou os convidados com lembranças do município.
Estiveram ainda presentes, para além de muitos amigos e conterrâneos do autor e representantes da comunicação social local, o Senhor Fernando Mendes, Presidente da Junta de Freguesia de Arouca e Burgo e o Senhor Prof. Doutor José do Vale Quaresma, Vice-Juiz da Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda de Arouca.
Concluída a Sessão de Apresentação, S.E. o Senhor Dr. Miguel de Polignac de Barros, e S.E. o Senhor Dr. D. Augusto de Albuquerque de Athayde, aceitaram o convite e acompanharam o Reverendo Pe. João Pedro Bizarro, o Senhor Presidente da Junta de Freguesia, e demais membros da Fábrica da Igreja, Junta e Assembleia de Freguesia de Rossas, na visita à Igreja Matriz e Núcleo Museológico da Paróquia.
O livro "Rossas e a Ordem de Malta" teve o apoio da Beira Mar Confeitaria, de Niterói, Brasil; da Arouplás, Plásticos Técnicos; da Caixa de Crédito Agrícola de Arouca; da Embaixada e Assembleia da Ordem de Malta em Portugal; da Câmara Municipal de Arouca, do Conselho da Fábrica da Igreja de Rossas e da Junta de Freguesia de Rossas, que assegurou a logística do evento e almoço de confraternização entre os ilustres convidados, membros da Fábrica da Igreja, da Junta e Assembleia de Freguesia de Rossas.
Concluído este programa, S.E. o Senhor Embaixador da Ordem de Malta em Portugal fez ainda questão de visitar o Mosteiro de Arouca, mais própriamente o túmulo da Rainha Santa Mafalda, que tinha os Cavaleiros Hospitalários como seus confidentes e protectores, e a Igreja, cujo traço de recuperação foi feito pelo maltês Carlos Gimac, que veio para Portugal a convite dos mais altos dignitários da Ordem de Malta à época.

O autor
António Brandão de Pinho é natural da freguesia de Rossas, concelho de Arouca, onde nasceu em 11 de Fevereiro de 1978. É licenciado em Direito pela Universidade Lusíada do Porto e Pós-Graduado em Direito das Sociedades Comerciais, Abertas e de Mercado pela Universidade Católica de Lisboa e Mediador de Conflitos, inscrito na lista de Mediadores do Ministério da Justiça. É Cavaleiro da Ordem Soberana e Militar de Malta e Membro  do Conselho da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses.
Antes de rumar ao Porto, onde se formou, e a Lisboa, onde exerce actividade, foi dirigente associativo, tendo sido, entre outros cargos, Presidente da Direcção do Grupo Cultural e Recreativo de Rossas, primeiro Presidente da Federação das Associações do Município de Arouca e Vice-presidente da Federação das Associações Juvenis do Distrito de Aveiro. É ainda Irmão da Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda de Arouca e Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação de Defesa do Património Arouquense.
Jurista de formação e historiador por vocação, como costuma dizer, desde muito cedo começou a pesquisar aspectos da história de Arouca e, principalmente, da freguesia de Rossas, contando-se entre os seus principais trabalhos: "História de Arouca em Datas", "Senhora do Campo. Fé, Devoção, História e Tradição", "Rossas. A Terra e o Povo" e "História e Genealogia das Principais Casas e Famílias de Rossas, de 1600 a 2000".
Recentemente, concluiu um artigo epigrafado "Quinta da Alcaidaria-Mor, propriedade da Ordem de Malta, de D. Nuno Álvares Pereira ao 1.º Barão de Alvaiázere", publicado na revista Filermo, Volume 16, pp.37-66. Concluiu também um trabalho mais extenso sobre heráldica autárquica e história da Ordem de Malta em Portugal, epigrafado: "A Cruz da Ordem de Malta nos Brasões Autárquicos Portugueses".

Os livros publicados por António Brandão de Pinho no corrente ano

A mesa da Sessão de Apresentação

Mário de Pinho Brandão, representante da Fábrica da Igreja de Rossas e autor do prefácio, no uso da palavra

José Paulo Oliveira, Presidente da Junta de Freguesia de Rossas, no uso da palavra

S.E. o Senhor Conde de Albuquerque no uso da palavra

S.E. o Senhor Dr. Miguel de Polignac de Barros no uso da palavra

Aspecto da assistência, com destaque para o Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Arouca, Prof. Doutor Elísio Brandão, e a Excelentíssima Senhora Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Arouca, Dra. Margarida Belém


O autor a autografar os seus livros


Os cumprimentos ao autor

S.E. o Senhor Conde de Albuquerque à conversa com o Senhor Prof. Doutor Elísio Brandão

No almoço de confraternização entre os convidados, membros da Fábrica da Igreja, Junta e Assembleia de Freguesia de Rossas

Aspecto geral de uma das mesas do almoço de confraternização


S.E. o Senhor Embaixador da Ordem de Malta em Portugal e António Brandão de Pinho, em visita a Igreja e túmulo da Rainha Santa Mafalda, no Mosteiro de Arouca

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Falecimento de João Pedro de Campos Henriques Secretário-Geral da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana Militar de Malta

João Pedro de Portugal de Campos Henriques
04.X.1956-22.X.2015
Foi com profunda consternação que recebemos a notícia do falecimento do Nosso Confrade e Amigo, Exmo. Sr. Dr. João Pedro de Portugal de Campos Henriques, Cavaleiro de Honra e Devoção da Ordem Soberana e Militar de Malta, Secretário-Geral da Nossa Assembleia dos Cavaleiros Portugueses.
Foram muitos os familiares, amigos e conhecidos, que passaram pela Basílica da Estrela, em Lisboa, dar um último Adeus a João Pedro de Campos Henriques e reconfortar sua esposa Teresa de Campos Henriques e filhos: Carolina, de 25 anos, Carlota, de 21, Costança, de 19, e João Maria, de 13, todos sempre muito prestimosos para com a Ordem de Malta, a que seus pais se vinham dedicando de forma muito abnegada.

«Desde Fevereiro de 2012 que se dedicou sem reservas à Ordem de Malta como Secretário-Geral do Conselho, tendo sido incansável no desenvolvimento de novos projectos do âmbito Hospitalar, Cultural, Comunicação e Imagem, contribuindo fortemente para o crescimento da acção e do reconhecimento da Ordem de Malta em Portugal», referiu Salvador Simões de Almeida, seu braço-direito na Ordem de Malta.
«Do João posso dizer que era uma pessoa boa, que não era indiferente a quem passava mal, solidário e com um coração enorme. Punha a beleza e o seu saber estético ao serviço dos outros de modo a torná-los felizes», escreveu João Freire de Andrade, seu Confrade e Amigo.
«Partiu primeiro do que nós, deixando-nos uma saudade infinda neste mundo, nesta fase da vida que ele já deixou, mas onde nós ainda continuamos, recordando a sua amiga presença. Continuamos no passado que somos. O João Pedro e...stá no Presente, vendo a Face de "Eu Sou" que é a Esperança que ansiamos, sentimento de que já não precisa por estar junto do Pai, escreveu o Senhor Coronel António Feijó», destacado Membro da Ordem de Malta.

Investidura de João Pedro de Campos Henriques, na Santa Missa de Natal
realizada em 11 de Dezembro de 2010 na Igreja de Santa Luzia
Com S.E. o  Presidente da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses e
S.E. o Embaixador da Ordem Soberana de Malta em Portugal
Com S.E. o Presidente da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses e
S.A.E. o Príncipe e Grão Mestre da Ordem Soberana e Militar de Malta
Com S.E.R. o Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa, Dom Manuel Clemente
Monsenhor Victor Feytor Pinto
Eleição da Coordenação da PAR - Plataforma de Apoio aos Refugiados,
último acto público em representação da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses
Com Dr. Rui Marques, Coordenador da PAR e
Dr. António Ponces de Carvalho, Confrade e Amigo
«...Enquanto Bom Cristão, o «nosso» João Pedro nunca desistiu de dar o seu melhor em prol da nossa Ordem, da nossa vida religiosa e da boa concretização dos nossos objetivos de natureza assistencial, sempre no respeito do nosso carisma próprio enquanto Ordem Católica de Cavalaria: o Tuitio Fidae e o Obsequium Pauperum.
Podemos dizer que a dinamização da presença da Ordem de Malta no nosso País, e também além fronteiras - designadamente por ocasião da Peregrinação anual e internacional da Ordem de Malta a Lourdes - nos últimos três anos muito lhe deve (...)» 
«Mas o João Pedro também foi, além de confrade exemplar, um verdadeiro e autêntico «Nobre» no que isso quer real e essencialmente dizer; respeitando e dignificando as Tradições da sua Família e transmitindo a sua visão coerente, generosa, tolerante e solidária da Vida e dos outros aos seus.
Foi também inequivocamente um grande amigo, cujas relações com aqueles que lhe eram próximos e com os quais desenvolvia laços se pautavam por uma imensa afetividade assente numa verdadeira e autêntica estima.», escreveu S.E. o Sr. Conde de Albuquerque, Presidente do Conselho da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses.


Cortejo fúnebre à saída da Basílica da Estrela

(fotos do funeral: Revista CARAS)
Perpassa por todas as mensagens e manifestações, assim como pelos rostos de todos os que participaram nesta última caminhada do Nosso Querido João Pedro, esse profundo pesar que a todos assolou na manhã desta quinta-feira. Para os Membros da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem de Malta era muito comum e até frequente receber mensagens oficiais, formais e informais, do Senhor Secretário-Geral do Conselho ou simplesmente do Dr. João Pedro. Todos estavam, no entanto, longe de imaginar este dia. Esta mensagem. Uma mensagem da Ordem, não enviada ou assinada pelo Dr. João Pedro, mas sobre o Dr. João Pedro. Sobre o falecimento do Nosso João Pedro!
Pessoalmente, tive a felicidade de ingressar como membro da Ordem no mesmo ano em que o Dr. João Pedro assumiu funções no Conselho da Assembleia Portuguesa. Privilegiou-me sempre com muita atenção, simpatia, bom-trato e até amizade. Mas não sucedeu nem sucedia apenas comigo. O Dr. João Pedro era genuinamente assim! Um Homem elegante, educado, de bom-trato e muita atenção para com os Seus. Um exemplo!
É uma enorme perda para todos quantos tinham o privilégio do seu convívio. Uma perda tremenda para a Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta.

António Brandão de Pinho,
Confrade e Amigo

quinta-feira, 25 de junho de 2015

"O Cavaleiro da Ordem de Malta"
Séc. XVIII
Venerável Ordem Terceira de São Francisco do Porto.
Esta belíssima obra foi recentemente objecto de restauro por Andréa Carolina Fernandes Teixeira, Mestre em Conservação e Restauro de Bens Culturais - especialidade em Pintura pela Universidade Católica Portuguesa.
Para mais desenvolvimentos sobre esta pintura e o trabalho de restauro, ver Estudo científico e técnico-material de conservação e restauro da pintura sobre tela O Cavaleiro da Ordem de Malta, pertencente ao espólio artístico da Venerável Ordem Terceira de São Francisco do Porto, in FILERMO - Publicação da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta, Vol.16, Porto, 2014, pp. 81-116.

domingo, 31 de maio de 2015

Recuperação dos azulejos de Santa Luzia

Foram recentemente adjudicados os trabalhos de recuperação e conservação dos azulejos do Miradouro de Santa Luzia, em Lisboa, onde se situa a Igreja de Santa Luzia e São Brás, sede da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta. Trata-se, com efeito, de um dos mais belos miradouros da cidade, com uma das mais imponentes vistas panorâmicas sobre o bairro de Alfama e rio Tejo.
As obras, que decorrerão até final do corrente ano, terão em vista a recuperação e conservação dos azulejos deste miradouro, em cujos detalhes se podem observar representações da Praça do Comércio antes do Terramoto de 1755 e também da conquista cristã do castelo de S. Jorge.


sábado, 16 de maio de 2015

Brasão de Armas de Cavaleiro da Ordem de Malta
Painel de azulejos com motivo heráldico, 56x42cm
Lisboa, c.1580

Este painel com as «armas» de um cavaleiro da Ordem de Malta, ainda não identificado, é uma peça muito significativa da primeira produção portuguesa, de gosto ítalo-flamengo, que teve na Quinta da Bacalhoa o seu núcleo profano de maior importância.
por Maria Antónia Pinto de Matos, in Azulejo. Obras do Museu Nacional do Azulejo